Os Pontos Negros

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Isto só podia ser deliciosamente adolescente. Os Pontos Negros aparecem com esta coisa bilingue: um roque enrole que, ora se canta em português, ora dá vontade de assobiar. Naturalidade da melodia, simples alegria de se fazer música: isto só podia ser deliciosamente adolescente.

Não se sabe ao certo o que contem a água canalizada da linha Sintra, que mutações terríveis são essas nos jovenzinhos expostos ao Locus Horrendus suburbano. Mas em 2005 a “cena de Queluz” pariu o seu derradeiro colosso. Os irmãos Pires - Jónatas e David, bateria e guitarra - deram o primeiro coice. Juntou-se outra guitarra chamada Lipe (ex Comboio Fantasma, Lacraus, Velhas Glórias, Ninivitas,). Mais tarde, um orgão a fazer as vezes do baixo, foi o Silas (Ninivitas) no topo do bolo.

A novidade ponto-negrina tornou-se mel para o melómano Tiago Guillul (que esteve e está em demasiadas bandas para fazer caber neste parêntesis), bem como para toda a restante família Florcaveira - editora que orgulhosamente acolheu os primeiros registos destes caucasianos Pontos Negros. Num relatório oficial ainda por publicar, consta que há qualquer coisa tragicamente errada em quem não gosta dos Pontos Negros.

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